Terça-feira, Dezembro 27, 2005

Feliz





Gente, demorou, mas estou de volta. Ressurgida das cinzas como Fênix fez um dia... rsss Costumo dizer que demoro a sair das deprês, mas quando saio ninguém segura minha ânsia de viver, de ser feliz novamente e é assim que me encontro neste momento.

A todos vocês que costumam me visitar diariamente, sempre com paciência e cheios de carinho nos comentários, aproveito para deixar aqui meus votos de um feliz 2006. Que cada um saiba valorizar os momentos simples, felizes, de amor ou descoberta, seja o que for e como for. Cada momento é aprendizado para vida toda.
Estou feliz, apesar das dificuldades e do que há por vir, mas sou mulher forte, ainda que sensível. Guerreira, ainda que cansada de lutar, quero trégua... Enfim, sou um paradoxo, uma mistura feliz que Deus escupiu e criou... rsss

Deixo aqui o meu carinho sincero e desejo de manter sempre a amizade de todos vocês no ano que virá. Vocês são especiais. Bjo!!!

Domingo, Dezembro 18, 2005

Saudade






Está difícil descobrir quem sou eu sem meu filho. Bastaram três anos para perceber que ele faz parte de mim, da minha vida, da minha pele... É um pedaço meu que está longe e isso me afeta. Sei que parece que estou fazendo um drama, mas, de fato, sinto como se fosse mesmo um drama. Dói amar e não estar perto, não poder tocar... Tudo bem, tudo bem, ele já já estará de volta, mas é assim que sinto agora.

Estou sem ânimo para escrever, para criar. O vazio desses dias me assusta como um fantasma... Desculpem ficar falando só isso, mas agora, além de não ter mais computador para poder manter contato com meus amigos, também estou longe do meu bebê, já imaginaram? Então tudo ganha uma dimensão maior do que é realmente. Espero poder voltar aqui mais animada, me sentindo menos só...

Domingo, Dezembro 11, 2005

Ninho vazio








Meu João Pedro foi passar as férias com os avós no RS, viajou hoje de madrugada. Fui levá-lo com o coração na mão, já tinha chorado horrores. Chegando no aeroporto, descemos do carro, tiramos a mala e, quando eu já ia pegá-la para levar até o guichê da companhia aérea, JP me disse:

- Pode deixar que eu levo a minha mala, mãe.

- Não, filho, deixa que a mamãe carrega para você.

- Eu consigo fazer isso sozinho.

E assim foi, firme, puxando a mala pesada. Olhava para aquele pingo de gente e me perguntava da onde que ele tirava tanta força, porque o guri é forte, corajoso e surpreendente. Devo confessar que estava torcendo para que ele fizesse uma cena, que gritasse alto e em bom tom: “quero ficar com a minha mãeeeeeeeeee”. Nada disso aconteceu. Pelo contrário, eu estava em frangalhos, enquanto meu menino me consolava dizendo “não precisa ficar assim, volto dia dois, não seja bobinha, mãe”.

Uma amiga disse para que eu confiasse na educação que dou a ele, que nada ia dar errado. Não acreditava que já tinha raiz a semente que eu havia plantado nele. Só descobri que meu filho é mais consciente do que imaginava hoje, quando o avô lhe entregou o bilhete da passagem em mãos e lhe disse que deveria ficar com ele. No momento em que isso aconteceu fiquei pasma, mas nada falei. Meu filho me olhou, eu disfarcei. Em seguida olhou para o avô e disse:

- Vô, guarda no seu bolso, isso deve ficar com você.

Eu, toda orgulhosa, relaxei perante a atitude do guri, que teve muita presença de espírito para discernir que aquilo não deveria ficar com ele. Tranqüila, lembrei do que a Rocca havia falado. Amiga, você tinha razão, meu filho captou as coisas que eu ensino todos os dias a ele.

Quando ele entrou para a sala de embarque, nos abraçamos e, naquele momento, me apertou forte e foi o meu menino de sempre: carinhoso, apegado a mim. Mas vi que João Pedro é menino do mundo, não vou poder guardá-lo comigo, a independência dele é mais forte que o nosso amor. Bom saber que meu filho me ama, mas que saberá fazer seu caminho, me orgulho disso. Estou triste pela ausência, mas paradoxalmente, feliz por tudo que vi hoje. Só tenho a agradecer!

Sábado, Dezembro 03, 2005

Festa II





Ontem (sexta-feira) foi um dia meio tumultuado. Tive que fechar a edição de sábado e domingo, além de ter a inauguração da loja para a qual eu estava fazendo assessoria. Acho que estava mais nervosa que o dona da loja, mas depois de algumas taças de champanhe até arrisquei um sorriso meio amarelo ao lado do meu chefe e das meninas do trabalho. Valeu a experiência!!








Nesta foto eu estava totalmente travada, tensa e sem uma gota de champanhe na circulação...
É muita diferença, né? hahahahahahahahahahahaha