Vou por aí
Não me procure.
Perdida estou e sempre estarei.
Sempre que necessário for.
Já me perdi muitas vezes.
Por amor, desencanto, carência e solidão.
Saí por aí vagando em algum lugar de mim mesma
aonde tivesse referência de amor, ternura, carinho.
Fragmentos passados, vividos por outra que era eu,
mas não a que sou agora.
Nessas voltas encontrava a menina que ali deixei,
presa no passado.
Ela me trazia de volta, segurando minha mão.
Dizia pra mim; "solta os cabelos, sente o vento."
Meus cabelos, em desalinho, refletiam pensamentos
confusos, equivocados.
Tirei os sapatos. A grama úmida me fez sentir viva.
Corri com a menina no tapete verde-esperança.
Foi assim, brincando, que aprendi a não deixá-la fugir.
Ela tem muito a me ensinar.
Fica, menina Lena.

7 comentários:
Lena: espero que esses descaminhos te levem ao grande encontro...aquele que não necessita nem que se sai do lugar...Bjus mil!!
Saudades suas no meu Cotidiano.
Me adiciona no msn,pelase.
liagnoronha@hotmail.com
Lindo seu texto. Me fez voltar a ser criança...
belo texto, belo blog.
Gostei daqui.
Maurizio
Sorte, menina, bjs Laura
Fiz uma homenagem pra você no esquisitadri.blogspot.com
Passa lá pra ver.
Dri*
lena,muito bom texto,mais do que isso emocionante,tocante parabens por seus textos e pela sua trajetori saudades de vc no meu dia a dia e lembre-se os mais inteligentes da humanidade foram taxados de loucos,mas no momento certo a humanodade soube valorizar sua inteligencia e saberá valoriar a tua também.bjinhos fica bem
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